domingo, 5 de dezembro de 2021

XXXIV FEIRA INTERNACIONAL DE MINERAIS, GEMAS E FÓSSEIS

 

XXXIV FEIRA INTERNACIONAL DE MINERAIS, GEMAS E FÓSSEIS

Quando: 
Sábado, 4 Dezembro, 2021 - 15:00 a Quarta, 8 Dezembro, 2021 - 18:00
Onde: 
Átrio | Museu Nacional de História Natural e da Ciência


A Feira Internacional dos Minerais, Gemas e Fósseis está de regresso ao Museu Nacional de História Natural e da Ciência!

Este evento, que constitui desde 1988, uma grande festa no Museu e uma marca na vida cultural da cidade, reúne coleccionadores e comerciantes de minerais, gemas e fósseis, oriundos de vários países da Europa, bem como um vasto público, representado por milhares de visitantes, que tem aqui uma oportunidade ímpar de adquirir ou simplesmente deleitar-se com a observação de exemplares únicos.

Horário da Feira:

- 4 dezembro: 15h00 / 20h00
- 5 dezembro: 10h00 / 20h00
- 6 dezembro: 10h00 / 20h00
- 7 dezembro: 10h00 / 20h00
- 8 dezembro: 10h00 / 18h00

Como habitualmente, paralelamente à Feira, terá lugar um programa complementar de atividades de divulgação cultural e científica, este ano sob o tema geral “Mineralogia e Sustentabilidade”.

 

PROGRAMA

4 de dezembro (15h00)

Abertura da XXXIV Feira
(Átrio do Museu Nacional de História Natural e da Ciência)

 CONFERÊNCIAS

(Espaço Feira)

4 de dezembro (16h00)

MINERAIS; o olhar de um geólogo sobre a História

Rui Dias, da Universidade de Évora e Diretor Executivo do Centro Ciência Viva de Estremoz

 5 de dezembro (16h00)

MINERAIS: a (in)sustentável leveza do nosso dia-a-dia

Álvaro Pinto, Ciências | U Lisboa | IDL e Diretor Executivo do Centro Ciência Viva do Lousal

7 de Dezembro (16h00)

Mineração e Preservação Ambiental: Caminho a Seguir ou Utopia?

Fernando J.A.S. Barriga, Ciências | U Lisboa | IDL

 

 LABORATÓRIOS 

(Espaço Feira) 

4 de dezembro (15h00 às 19h00) e 5 a 8 de dezembro (11h00 às 18h00)

A Mina de Ciência - “Atividades de divulgação em ciência e tecnologia” com a participação do Ciência Viva do Lousal
 

4 a 8 de dezembro

Reciclagem do Alumínio – Actividade laboratorial realizada pelo Clube Português de Mineralogia

 

ATIVIDADES
(
Espaço Feira)
 

6 de dezembro (15h00)

Apresentação da publicação “Serviços Educativos 2021-2022”

Roteiro das Minas e Pontos de Interesse Mineiro e Geológico de Portugal

 

EXPOSIÇÕES (sobre temas geológicos no Museu)

Minerais: identificar, classificar

Exposição introdutória à sistemática dos minerais na qual estão patentes alguns dos mais belos exemplares das coleções do Museu Nacional de História Natural e da Ciência.

 

Joias da Terra: o minério da Panasqueira

Exposição sobre a geologia, a mineralogia, a exploração mineira nas minas da Panasqueira.

 

Entre Dinossáurios

Conheça os diferentes tipos de fósseis de dinossáurio e quais as regiões de Portugal em que são mais abundantes. A partir da investigação realizada no Museu, a exposição apresenta trabalhos de escavação, de preparação laboratorial e de identificação de fósseis de Allosaurus encontrados na jazida de Andrés (Pombal). Descubra o que nos dizem os diferentes fósseis e os sedimentos ali encontrados sobre como era o ecossistema nesse local há 150 milhões de anos.

 SPECERE

Rochas, minerais, fósseis, aves e mamíferos naturalizados, conchas, insetos, folhas de herbário, coleções em meio líquido incluindo invertebrados marinhos, peixes e répteis e anfíbios são alguns dos mais de mil espécimes que estão patentes nesta exposição. Uma pequena amostra dos muitos milhares de espécimes guardados nas reservas do MUHNAC, resultado de dezenas de anos de investigação e fonte inesgotável de estudos futuros.


Entrada livre na Feira dos Minerais

retirado de https://www.museus.ulisboa.pt/pt-pt/xxxiv-feira-minerais-gemas-e-fosseis




Erupção do vulcão Semeru deixa mortos e desaparecidos na Indonésia

 

Erupção do vulcão Semeru deixa mortos e desaparecidos na Indonésia

OLHAR DIGITAL

André Lucena  05/12/2021 11h09, atualizada em 05/12/2021 11h37

A erupção do vulcão Semeru, na ilha de Java, na Indonésia, causou a morte de 14 pessoas e deixou 7 desaparecidos até a manhã deste domingo (5/12). De acordo com Abdul Muhari, porta-voz da Agência de Mitigação de Desastres do país, duas vítimas foram identificadas.

Entre as 98 pessoas feridas, 57 estão hospitalizadas, com 16 em estado grave. Duas mulheres grávidas ficaram feridas e, do total, 35 pessoas foram levadas para os hospitais locais devido a queimaduras. Outras 902 pessoas foram evacuadas da região.

A Indonésia possui mais de 270 milhões de habitantes e está localizada ao longo do “Anel de Fogo” do Oceano Pacífico, região propensa a terramotos e atividade vulcânica.

Localização do Vulcão Semeru (a vermelho) na Ilha de Java na Indonésia

Tempestade e chuva causou erupção

Segundo Eko Budi Lelono, chefe do centro de pesquisa geológica da Indonésia, a erupção do vulcão mais alto do país (3.676 metros de altura) foi causada por uma tempestade e dias de chuva, que derrubaram a cúpula de lava no topo do monte.

Lelono informou que o Semeru expeliu grossas colunas de cinzas a mais de 12 mil metros de altura, e que os fluxos de gás escaldante e lava desceram por até 800 metros até um rio próximo.

Nuvem de cinzas expelida pelo vulcão Semeru.

“De repente, tudo escureceu, a tarde clara transformou-se em noite. Um som estrondoso e calor forçaram-nos a correr para a mesquita. Foi uma erupção muito mais forte do que em janeiro”, disse Fatmah, moradora da ilha de Java.

O Ministério dos Transportes emitiu um aviso no sábado (4/12) para que companhias aéreas evitassem rotas perto do Semeru, informou o porta-voz Adita Irawati.

adaptado de https://olhardigital.com.br/2021/12/05/ciencia-e-espaco/erupcao-do-vulcao-semeru-deixa-mortos-e-desaparecidos-na-indonesia/

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sábado, 4 de dezembro de 2021

Há uma App que permite a cada um de nós apoiar a Agenda 2030 da ONU

 Há uma App que permite a cada um de nós apoiar a Agenda 2030 da ONU

A Agenda 2030 da ONU prevê 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para acabar com a pobreza, reduzir as desigualdades e combater as mudanças climáticas.

Trata-se de um contrato entre 190 líderes mundiais e os povos e uma lista de coisas a fazer em nome dos povos e do planeta.

E cada um de nós pode envolver-se ao instalar a App ODS em Ação. A partir daqui, fica a conhecer cada um dos Objetivos e metas propostas, pode escolher e acompanhar os progressos do seu(s) Objetivo(s) favorito(s), receber notícias e vídeos explicativos, ser informado sobre o que pode fazer, verificar factos e números importantes e criar os seus próprios eventos e ações sustentáveis. É ainda possível convidar amigos, interagir com pessoas de todo o mundo e encontrar eventos nacionais e internacionais nos quais pode participar para apoiar os Objetivos.

O que fazer?

1.    Descarregar a app no Google Play ou na App store

2.    Conhecer cada Objetivo e perceber o que outras pessoas estão a fazer para alcançar as metas globais

3.    Aderir a uma ou mais Ações da sua preferência e convidar amigos a participar

4.    Inspirar-se e criar a sua própria ação para apoiar os Objetivos globais.

 

Faça-se ouvir e convide outros a participar! 

Mesmo mais fraco, La Ninã causará aumento da temperatura média global

Mesmo maisfraco, La Ninã causará aumento da temperatura média global

ONU News

1 dezembro 2021   Clima e Meio Ambiente

    Pnud Somalia
Durante o La Niña ocorrem mudanças associadas a riscos de chuvas fortes, inundações e secas

Fenómeno em 2021/2022 influenciará temperaturas e precipitação; OMM explica que aquecimento em várias regiões do mundo acontecerá devido ao calor que está “preso” na atmosfera devido aos grandes índices de gases de efeito estufa.

A Organização Meteorológica Mundial, OMM, confirma que o La Ninã está a acontecer pelo segundo ano consecutivo e deve durar até o início de 2022, influenciando as temperaturas e precipitação.

Por natureza, este fenómeno climático têm uma influência de arrefecimento, mas a OMM explica que as temperaturas em várias regiões do mundo deverão ser mais altas do que a média devido aos níveis recorde de gases de efeito estufa “presos” na atmosfera.

     CIAT/NeilPalmer   La Ninã 2021/2022 será de fraco a moderado, mas setores como agricultura, saúde, recursos hídricos e gerenciamento de desastres serão afetados



Impactos na agricultura

Pelos estudos da OMM, o La Ninã 2021/2022 será de fraco a moderado e um pouco mais fraco do que o evento de 2020/2021. Mesmo assim, setores como agricultura, saúde, recursos hídricos e gerenciamento de desastres serão afetados.

A OMM fornece apoio e aconselhamento para entidades humanitárias internacionais, na tentativa de reduzir impactos, principalmente em países mais vulneráveis que já estão a sofrer com os extremos climáticos e com os impactos da pandemia de Covid-19.

A agência da ONU lembra que com o La Ninã, as temperaturas na superfície do Oceano Pacífico central, e equatorial leste, ficam mais frias e ocorrem também mudanças na circulação atmosférica tropical. Com isso, acontecem mais ventos, mais pressão e mais chuvas.

    OMM/Olga Khoroshunova
OMM divulgou estudo nesta segunda-feira

Um dos 10 anos mais quentes

O secretário-geral da OMM explica que o impacto do arrefecimento do último La Ninã “fará com que 2021 fique marcado como um dos 10 anos mais quentes já registados e não o ano mais quente da história”.

Apesar disso, Petteri Taalas afirma que “isso não muda a tendência de aquecimento nem reduz a urgência por ação climática”.

A OMM calcula que existe uma probabilidade de 90% das temperaturas na superfície do oceano Pacífico tropical continuarem nos níveis La Ninã até o fim do ano e probabilidades de até 80% de permanecerem nesse nível por todo o primeiro trimestre de 2022.

retirado de https://news.un.org/pt/story/2021/12/1772152?utm_source=ONU+News+-+Newsletter&utm_campaign=7b0219ef2c-EMAIL_CAMPAIGN_2021_12_02_01_00&utm_medium=email&utm_term=0_98793f891c-7b0219ef2c-107783233


"Não há futuro sem ciência e não há ciência sem cultura científica."

 "Não há futuro sem ciência e não há ciência sem cultura científica."


Num estudo recente realizado pelo Eurobarómetro, 86% dos cidadãos da União Europeia consideram positiva a influência global da ciência e da tecnologia. Os resultados mostram ainda um grande interesse dos cidadãos pela ciência e tecnologia (82%) e a vontade de aprender mais sobre o assunto em espaços públicos (54%).

https://lnkd.in/eYFNnxmx
*Portugueses são os mais otimistas com o impacto da ciência e da tecnologia na sociedade*
O mesmo estudo revela que a literacia científica dos portugueses aumentou de 20%, em 2005, para 58%, em 2021, ultrapassando a média europeia.

https://lnkd.in/e-X-z4cr
Sobre este assunto, partilhamos a opinião de Pedro Russo, Professor de Astrofísica na Universidade de Leiden e membro da direção da Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, publicado no jornal Público no dia 27 de novembro de 2021.

#ccvestremoz #centrocienciavivaestremoz #cienciaviva #semanact #semanacienciatecnologia #25anoscienciaviva



Hora da Adivinha Geológica 21/22 - 3

 Hora da Adivinha Geológica 21/22 - 3


Chegou a hora de mais uma adivinha geológica. Sê rápido e tenta a tua sorte neste novo desafio.



Resposta à da Adivinha Geológica 4